terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Consagração, bênção e o Grande Rito
Consagração, bênção e o Grande Rito
Toda cerimônia e ritual deve ter a consagração e bênção dos instrumentos mágicos e da comida ritualística. Após traçar o círculo mágico, invocar os elementos e os Deuses, deve-se abençoar e consagrar os instrumentos, amuletos e alimentos.
Vale ressaltar que tudo deve se encontrar dentro do círculo, pois os(as) bruxos(as) não podem ficar entrando e saindo do círculo com objetos e alimentos. O mesmo se aplica às ervas, pedras, papéis ou demais utensílios a serem usados.
ATENÇÃO: CASO O OBJETO QUE VOCÊ DESEJA UTILIZAR SEJA NOVO (NUNCA FOI USADO) DEVE SER FEITO ANTES O "PRIMEIRO RITUAL DE CONSAGRAÇÃO" PARA APRESENTÁ-LO AOS DEUSES.
CONSAGRAÇÃO E BÊNÇÃO
Objetos
Um pires com sal
Um incenso
Uma vela vermelha
Um cálice com água e sal
Ritual
Passe o objeto no sal, erga-o com as mãos ao céu e diga:
"Eu te consagro, abençoo e purifico pelos poderes da Terra.
Eu apago sua memória passada para que se torne um objeto do meu desejo
e sirva aos trabalhos da Arte."
Em seguida, passe o objeto na fumaça do incenso e diga:
"Eu te consagro, abençoo e purifico pelos poderes do Ar.
Eu apago sua memória passada para que se torne um objeto do meu desejo
e sirva aos trabalhos da Arte."
Depois, passe o objeto na chama da vela e diga:
"Eu te consagro, abençoo e purifico pelos poderes do Fogo.
Eu apago sua memória passada para que se torne um objeto do meu desejo
e sirva aos trabalhos da Arte."
E por último, respingue algumas gotas de água no objeto e diga:
"Eu te consagro, abençoo e purifico pelos poderes da Água.
Eu apago sua memória passada para que se torne um objeto do meu desejo
e sirva aos trabalhos da Arte."
O GRANDE RITO
Grande Rito é o nome que se dá ao momento da consagração da bebida ritual. Ele geralmente é realizado no final do ritual, mas algumas tradições preferem realizá-lo no início da prática ritualística.
O Grande Rito, também chamado de Grande Casamento ou Grande Ritual, representa a união da Deusa e do Deus e suas bênçãos àqueles que estiverem presentes na cerimônia. Na maioria das vezes, a bebida utilizada para o ritual é o vinho, que simboliza o sangue e a própria vida.
No entanto, qualquer outro líquido, como água, cidra, chá ou suco de uva, pode ser utilizado com os mesmos propósitos.
O Grande Rito para Bruxos(as) Solitários(as)
Segure o cálice com a mão esquerda (lado da Deusa) e o Athame com a mão direita (lado do Deus) e mergulhe-o no vinho. Diga as seguintes palavras:
"O que foi invocado pelo Athame, que fique contido na Taça.
A União da Mãe e do Pai está aqui representada.
Que este vinho traga saúde, sucesso, vida e bênçãos.
Que assim seja e que assim se faça!
Abençoado Seja!"
O Grande Rito para Covens
O Sacerdote insere o Athame no Cálice, que é segurado pela Sacerdotisa, enquanto dizem juntos as seguintes palavras:
"O que foi invocado pelo Athame, que fique contido na Taça.
A União da Mãe e do Pai está aqui representada.
Que este vinho traga saúde, sucesso, vida e bênçãos.
Que assim seja e que assim se faça!
Abençoado Seja!"
ABENÇOANDO A COMIDA RITUALÍSTICA
O banquete, como também é chamado, pode ser constituído de alimentos como pães, biscoitos, bolo, frutas e muitos outros, que representam a abundância da Mãe Terra e, quando compartilhados, simbolizam o elo que nos une aos irmãos que partilham as dádivas da mesma Mãe.
Bênção para Bruxos(as) Solitários(as)
Toque os alimentos com a varinha mágica e repita as seguintes palavras:
"Eu abençoo estes alimentos para que tragam abundância e plenitude.
Agradeço sua bondade e generosidade, Oh Grande-Mãe.
Que assim seja e que assim se faça!
Abençoado seja!"
Bênção para Covens
O Sacerdote e a Sacerdotisa tocam juntos os alimentos com suas varinhas mágicas e todos repetem as seguintes palavras:
"Abençoamos estes alimentos para que tragam abundância e plenitude.
Agradecemos sua bondade e generosidade, Oh Grande-Mãe.
Que assim seja e que assim se faça!
Abençoado seja!"
Então, os alimentos são passados no sentido horário para que todos os presentes possam comê-los.
domingo, 1 de janeiro de 2017
Lua do lobo (Janeiro)
- A Lua dos Antepassados
O contato com os antepassados é parte essencial na vida de um bruxo.
Amorosos e sempre prontos a nos ajudar, nossos ancestrais mortos se
dispõem a atender nossos pedidos e nos dão força nos momentos difíceis.
Para
conseguir comunicar-se com os espíritos, é necessários utilizar velas e
orações, além de preservar uma boa harmonia no ambiente.No mês de janeiro esta comunicação atinge seu ápice de energia, sendo mais fácil interagir com aqueles já não estão vivos.
Muitos bruxos invocam espíritos daqueles que não nasceram, ou que
morreram ainda criança, para pedir proteção e felicidade. Também há
aqueles que invocam espíritos conhecidos, de pessoas com grandes dons e
talentos, para fazerem algo especial.
Nos mês de janeiro é comum que alguns espíritos visitem as casas, tanto
para fazer o bem como para atormentar os vivos. Por isso, deve-se
preparar alimentos especiais, com carinho e amor, e oferecer aos bons
espíritos para que eles permaneçam na casa, protegendo e limpando o
ambiente de todas as forças negativas.
Enche-se
uma vasilha de vidro com água e coloca-se uma pedrinha (de preferência
de jardim) dentro dela. A bruxa senta-se em algum local onde ela e a
vasilha possam ser iluminadas pela lua, pois os raios lunares é que
farão a magia!
Olhando fixamente para a pedra e pedindo aos espíritos que se
comuniquem, a bruxa recebe uma mensagem, que pode vir na forma de um
pensamento ou mesmo pelo som de uma voz distante. É comum fazer
perguntas e obter respostas assim.
Eis abaixo a lista de alguns Deuses antigos e suas datas de comemoração:
1° de Janeiro - Celebração das Sete Divindades da Sorte na Japão e da
Deusa Fortuna em Roma 2 de janeiro - Nascimento da Deusa Inanna na
Antiga Suméria
5-6 de janeiro - Ritual Noturno em honra de Kore; celebrado no Koreion,
Alexandria. O quinto dia do primeiro mês marcava o nascimento do deus
chinês da riquesa, Tsai Shen ou T`sai-Shen
6 de janeiro - Dia Celta da Deusa Tríplice: Donzela, Mãe, Anciã.
6 de janeiro - Dia Celta da Deusa Tríplice: Donzela, Mãe, Anciã.
10 de Janeiro - Dia de Freya, a Deusa Mãe Nórtica.
12 de janeiro - Besant Pachami, ou Dawat Puja, o Festival de Sarasvati
na Índia; ou na Lua Crescente mais próxima. Em Roma, a Compitália, para
celebrar os lares, ou deuses dos lares.
18 de janeiro - Teogamia de Hera, festival feminino celebrado todos os aspectos da Deusa
20 de janeiro - Na Bulgária, Baba De, ou Dia da Avó, em honra da deusa Baba Den, ou Bada Yaga, na China, dia do Deus da Cozinha.
20 de janeiro - Na Bulgária, Baba De, ou Dia da Avó, em honra da deusa Baba Den, ou Bada Yaga, na China, dia do Deus da Cozinha.
24 de janeiro - Na Hungria, a Bênção da Vela das Mulheres Alegres, cerimônia de purificação honrando a deusa do fogo
27 de janeiro - Paganalia, dia da Mãe Terra em Roma A Lua Cheia de
Janeiro honrava Ch'ang-O, a deusa chinesa dos quartos de dormir e
protetora das crianças.O Ano na China começa no primeiro dia de Lua
Crescente com o Sol em Aquário. Isto ocorre no período que vai de 21 de
Janeiro a no máximo 19 de fevereiro.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Yemanja e Oxum
OXUM E YEMANJÁ
OXUM, a bela entre as belas, gostava de passear pelo monte.
Cantava e brincava com os animais, porque ela amansava as feras e evitava seus ataques e emboscadas.
Um dia OGUN, o ferreiro infatigável que vive na mata úmida e fechada, viu passar a bela OXUM e sentiu que também ela lhe transpassara o coração. Impetuoso e bruto, correu atrás dela e isso incitava mais ainda o seu desejo e sua vontade de tê-la em seus braços.
OXUM, que estava apaixonada por XANGÔ, ficou muito assustada.
Ágil como um antílope, em sua rápida corrida, atravessou os verdes campos de agrião de ORISHÁOKO, o ORIXÁ que assegura a fecundidade da terra.
Mas OGUN, entusiasmado, estava quase alcançando-a.
Foi então que OXUM, desesperada, se lançou ao rio.
Arrastada pela correnteza, chegou até a foz do rio, onde tropeçou na poderosa YEMANJÁ, mãe de todos os ORIXÁS.
Compadecida, YEMANJÁ a tomou como protegida dela e a presenteou com o rio para que ali pudesse viver.
Para alegrá-la, a cobriu de pedras preciosas, corais e infinitas riquezas.
Por isso é que OXUM vive no rio e quer tão bem a YEMANJÁ.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Alguns banhos magicos
BANHO DE DESCARREGO:
Pegue ervas frescas de: quebra mandinga, vence demanda, para-raio, saco-saco, guiné, pitanga, quitoco, mascere (esfregue umas nas outras) até sair todo o sumo, tome este banho durante 3 dias do pescoço para baixo e depois se banhe com sabão da costa da cabeça aos pés e tome este banho da cabeça aos pés: elevante, saião e manjericão branco, viste roupas claras e acenda 1 vela para seu anjo da guarda, você ire se sentir bem melhor.
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BANHO PARA PROTEÇÃO ESPIRITUAL E SORTE:
Tome banho com sabão da costa da cabeça aos pés depois prepare este banho com ervas frescas: saião, manjericão branco, algodão depois tome um banho de 7 essenciais (compre na casa de artigos religiosos) com água mineral ou água da cachoeira, você sentirá uma energia formidável.
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BANHO PARA ABRIR CAMINHOS:
Tome banho com sabão da costa e prepare um banho com ervas frescas de abre caminho, vence demanda e capeba, acenda 1 vela para o Orixá Ogum e peça abertura de caminhos.
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BANHO CIGANO DO AMOR:
Tome Banho com sabão da costa – prepare um banho com 1 maça vermelha ralada, cravo da índia, canela em pó, 1 punhado de açúcar mascavo, antes esfregue açúcar mascavo no seu corpo, este banho atrai energias positivas para o amor.
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BANHO PARA PROTEÇÃO/ PROBLEMAS DE SAÚDE:
Tomar 3 banhos 1 de cada 3 dias em lua minguante :
1º. Banho: do pescoço para baixo : sal grosso
2º. Banho: saco- saco, canela de velho, sabugueiro – ervas frescas masceradas ( este banho o consulente deverá tomar dentro de um grande bacia, o que sobrar/ cair do corpo da pessoa deverá ser jogado ao pé de uma aroeira e acender 1 vela a Obaluaê pedindo a saúde da pessoa.
3º. Banho : Obi ralado, saião, macaça, oriri, manjericão branco.
A pessoa deve após esta etapa acender um vela para Oxalá e pedir sua saúde
A umbanda é uma amostra da misericórdia de Deus
Deus criou a verdadeira Umbanda, para mostrar a todos os
povos, como é grande a misericórdia dele.
A Umbanda trouxe a oportunidade de evolução e a oportunidade
de todos os espíritos saldarem seus carmas. Nela, os espíritos que trabalham
para o bem acharam a oportunidade de ajudar seu próximo, e desta forma,
corrigir seus erros anteriores.
Eles não fazem isso só por evolução, mas o fazem por amor ao
próximo e amor ao Pai maior... DEUS. Em Deus eles acharam caminho da luz, da
bondade, do amor e da paz. Todos os Orixás, entidades e o mundo, estão sob o
comando dele... doa a quem doer.
A Umbanda não é a verdade absoluta, pois esta pertence a
Deus. Mas é uma religião que não olha cor, sexo, raça, crença e etc...Ela é um
pronto socorro, aonde socorre todos os filhos de Deus que busca ajuda. Na
Umbanda, não importa se o espírito era diplomado, rico, preto, branco, homem ou
mulher. Na Umbanda, o que importa, é se esses mesmos espíritos vêm para
trabalhar pro bem. E aquele espírito que não vem com essa mesma intenção, deveu
pedir a Pai Oxalá por eles, porque também são nossos irmãos, e uns dias estarão
trabalhando da seara do Grande Criador. Todos nós um dia fomos (e alguns ainda
serão) espíritos zombeteiros...
Tudo tem seu processo, seu tempo certo e todo rio deságua no
mar. Portanto, perceba você, como Deus é amoroso e tem grande sabedoria. Ele
não manda ninguém pro tal inferno e nem queima com fogo. Deus é a justiça! Ele
não é cruel. Ele dá a cada um conforme suas obras. Não plante espinhos querendo
colher uma flor. Ele te dá oportunidade para você se corrigir; Ele te dá
provações para você se melhorar, e com isso, seu espírito salda o carma. Ele te
ensina a se amar mais; amar o seu próximo, assim como ele te ama. Enfim... a
Umbanda é de Deus; a Umbanda é de Jesus Cristo; a Umbanda é dos sagrados Orixás
; a Umbanda é de todos os espíritos, tanto desencarnados ou reencarnados, que
nela tem fé, ama, respeita e buscam a evolução.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Ebo e oferendas para os orixás
O que é um Ebó?
São rituais que visam corrigir várias deficiências na vida de um ser humano (saúde, amor, prosperidade, trabalho profissional, equilíbrio, harmonia familiar, etc.) A composição de cada Ebó depende da sua finalidade, e os seus componentes vão desde bebidas a frutas, folhas, velas, adornos, alimentos secos, mel, óleo de palma, louças, artefactos de barro ou ágata., etc..
O que é uma Oferenda?
Chamamos oferendas aos rituais compostos de frutas, alimentos, carnes, bebidas, flores, louças e adereços que servem para oferecer aos Orixás, como uma súplica para se alcançar uma graça, bem como para homenagear e cultuar um Orixá, de forma a fortalecer o nosso vínculo com o mesmo.
Cada Orixá tem os seus respectivos alimentos, as suas flores, as suas cores, as suas bebidas e a sua forma particular de culto, orações e invocações.
Conselhos: Ao fazer um Trabalho/Ebó, além da fé você deve:
1. Só utilizar material novo.
2. Nunca substituir um material por outro.
3. Usar somente o que a receita pede.
4. Ao fazer o trabalho, mantenha o pensamento firme no que você realmente deseja.
Atenção: Nunca faça um Trabalho/Ebó para desejar o mal de alguém, pois um pensamento negativo atrai para si essa má vibração. E, sempre que tiver o seu desejo realizado, lembre-se de agradecer, dessa forma, um universo de boas energias passará a “conspirar” por si
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Grimórios Históricos
- Grimori Honorii Magni
O polêmico Grimório do Papa Honórius III - O Grande,
traduzido para o idioma português pela E.I.E. Caminhos da Tradição. Os
ensinamentos secretos de Alta Magia encontrados nos Manuscritos deixados
pelo Pontífice, escritos por volta do ano de 1200, revelam que ele
realmente foi um Grande Mago que conseguiu alcançar o mais elevado posto
dentro da Igreja Católica, chegando a ser considerado o representante
da vontade de Deus na Terra. Governando desta forma aos governantes e
monarcas de sua época. Mantendo desta forma, por dez anos, em suas mãos o
verdadeiro poder teocrático e sócio-econômico de sua época.
- Enchiridion Leonis Papae
Foi para Carlos Magno que o Papa leão III organizou
este Grimório, para garantir o seu poder temporal na Terra sob todos os
homens, todas as mulheres e todas as riquezas! Este poder deveria estar
nas mãos de seu protegido, pois ele como Papa deveria manter as
aparências. no entanto, enquanto o Carlos Magno dominava à tudo e à
todos, não passava de uma marionete nas mãos Papa!
Grimorium Verum (retirado do wikipedia)
O "Grimorium Verum" (latim para Grimório da Verdade),
é um livro de magia, ou Grimório, supostamente escrito por "Alibeck, o
Egípcio", em Mênfis em 1517. Os estudiosos concordam que tal alegação
não é verdadeira, pois há muito tempo, Mênfis estava em ruínas na mesma
data, em 1517, e que o livro realmente decorre no século 18, com as
primeiras edições aparecendo em francês e italiano. Grande parte deste
pequeno livro, foram traduzidos por Arthur Waite e publicada no livro, O
Livro das Mágicas Cerimôniais, em 1911, onde Waite escreveu:
"A data especificada no título do Grimorium Verum, é
inegavelmente fraudulenta; a obra pertence nos meados do século XVIII, e
Mênfis é Roma."
Uma versão da Grimoire foi incluído como "as
clavículas de Salomão: Livro 3", em um dos manuscritos em Francês de S.
L. MacGregor Mathers, incorporada em sua versão de A Chave de Salomão,
mas foi omitido da 'peça' com a seguinte explicação:
"No final, há alguns excertos do Grimorium Verum, com
os Selos dos espíritos malignos, que, como eles não pertencem à Chave
de Salomão, propriamente, eu não dei. Para a classificação evidente da
'Chave', está em dois livros e nada mais."
Idries Shah publicou também, uma parte dele em "The
Secret Lore of Magic: Book of the Sorcerers" ("O Segredo do Conhecimento
da Magia: Livro dos Feiticeiros"), em 1957. Como muitos grimórios,
alega a origem do Rei Salomão.
- O Heptameron Ou Elementos Mágicos
Do filósofo Pietro d’Abano, O Heptameron é um dos quatro maiores livros
de magia na história da humanidade. Juntamente com A chave de Salomão, o
Grimorium Verum e A Constituição do Papa Honório. Pietro de Abano,
baseado nos livros de Agrippa, especialmente, achou que o trabalho era
excelente, porém escrito somente para aqueles que já possuíam
conhecimentos nas Artes Mágicas, por isso escreveu este livro para que
qualquer pessoa leiga pudesse realizar um ritual de magia evocatória.
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